SBPT na mídia

SBPT ocupa espaços públicos para transmitir informações sobre a pneumonia

novembro 5, 2016 • Por

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Dr. Paulo Feitosa, secretário-geral da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, falou à Radioagência Nacional sobre a campanha “Pneumonia Pneumocócica Tem Vacina”.

No dia 5/11, a SBPT iniciou as ações presenciais da campanha “Pneumonia Pneumocócica Tem Vacina”. Brasília, Salvador, São Paulo, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba e Campinas terão ações em parques e shoppings aos finais de semana, com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos e a necessidade de prevenção da doença, que causa 1,6 milhão de mortes ao ano.

“A vacina tem uma tecnologia incorporada, chamada de vacina conjugada, por isso, só uma dose é necessária, a resposta é mais prolongada. Quando a gente passa a ter proteção efetiva, a gente consegue melhorar o equilíbrio da doença”, explicou o Dr. Paulo.

O especialista salientou a importância de proteger diabéticos, portadores de doenças crônicas, como a DPOC, pessoas com insuficiência cardíaca congestiva e acometidos por Acidente Vascular Cerebral (AVC). “A partir dos 50 anos tudo envelhece, inclusive o sistema imunológico, o que aumenta a predisposição para desenvolver pneumonia”, afirmou.

Segundo ele, cerca de 10% das pessoas com gripe podem ter pneumonia, e mais da metade dessas são pneumocócicas. “É importante enfatizar, ainda, que existem outras doenças graves causadas pelo pneumococo e que podem ser protegidas com a vacina, como a meningite, por exemplo”.

Os principais sintomas da pneumonia são febre, tosse, dor quando respira, presença de catarro e até falta de ar. “O problema é que a evolução da pneumonia é agressiva, podendo causar infecção generalizada rapidamente”, alertou o Dr. Paulo.

Portanto, a vacina é uma grande forma de profilaxia. É essencial fornecer informações para que a população possa se defender dessa doença grave e mortal.

Fontes: EBC e 24 horas.